segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Escrevem os mochinhos

Onde se lê DECARTES deve ler-se DESCARTES



Sobre o poema Invictus:


Nelson Mandela  e a relacão com o poema "Invictus".

Nelson Mandela foi um advogado, líder rebelde e presidente da África do Sul de 1994 a 1999, obtendo o Prémio Nobel da Paz em 1993.  Foi o fundador da moderna nação sul- africana.
A vida de Nelson Mandela foi exemplo vivo de luta incansável pelos Direitos Humanos, de superação da dor e do sofrimento. Serviu de inspiração a todos que travam a batalha pelos ideais de humanidade, fraternidade, igualdade e liberdade.

 É um exemplo a ser seguido por líderes do mundo inteiro.

Nelson Mandela foi dono de uma força indestrutível e tal como disse um dia, "Sou mestre do meu destino e capitão da minha alma". 

Com esta atitude ele fez o seu caminho e reforçou os seus ideais, tornando-se um ícone não só da África, mas do mundo inteiro.

Nelson Mandela, o líder sul africano,  símbolo da luta contra o apartheid ,quando esteve preso em Robben  Island , onde cumpria a pena com trabalhos pesados, encontrou nas palavras do poema " Invictus", de William Ernest Henley ,composto em 1875, a esperança e a força necessária para se manter vivo e manter acesa a chama da luta contra a desigualdade. Ele contou que todas  as vezes  que começava a esmorecer, lia e relia o texto, em busca de um "companheiro" para a dor  e ter forças para seguir em frente.

Os versos de Hendey inspiraram assim Mandela de tal forma que orientaram a sua vida e a essência do seu ser.

Nelson Mandela pode ser considerado um" Invictus", que significa indomável, nunca derrotado, o que faz com que o seu sonho de igualdade nunca morra.

Posso assim concluir, que os nossos destinos estão em nossas mãos, desde que não nos amedrontemos quando defendemos os nossos ideais e que fiquemos sempre de cabeça erguida.

Daniela Carrasco - 10° Ano



Sobre a Alegoria da Caverna:

A Alegoria da Caverna, de Platão
Livro VII -  A Republica

 Este texto é um diálogo entre Sócrates e o irmão mais novo de Platão, Glauco.

 Através de uma situação ficcional, Platão defende a ideia de que nascemos, e aprendemos a acreditar que o mundo é indiscutivelmente definido de um certo modo, de tal forma que se alguém ousar apresentar-nos novas ideias, conceitos, e formas de viver e agir, reagimos de forma mal, não dando oportunidade a nós próprios de compreender essa nova perspetiva e visão do mundo.

Também é de notar que a subida que conduz um dos prisioneiros até ao mundo exterior/superior, o dos objetos reais e do próprio Sol, é difícil, árdua e íngreme, exigindo por isso um grande esforço a aquele que pretende deixar o mundo das ilusões e das sombras, o interior da caverna, uma das razões porque o prosioneiro é arrastado até à luz. Mas a recompensa é grande, após terminar a subida, o ex-prisioneiro pode, finalmente, conhecer verdadeiramente a realidade,  e não só as suas sombras, e ainda a razão de ser de todas as entidades - o Sol- numa tripla face: estética, ética e gnosiologica. 

A Filosofia corresponde a essa viagem que nos pode conduzir do fundo da caverna em direção à luz. No entanto, essa viagem não é tarefa fácil porque faz-nos questionar as nossas crenças mais básicas, que nos parecem, à partida, inquestionáveis.

Por outro lado, na secção intermédia do texto existe uma passagem que nos exemplifica a diferença entre este conhecimento verdadeiro, da superfície, e o falso, da caverna, a que os prisioneiro estão limitados:

Sócrates: (…) Em segundo lugar, durante a noite, ele poderá contemplar as constelações e o próprio céu, e voltar o olhar para a luz dos astros e da lua mais facilmente que durante o dia para o sol e para a luz do sol.
Glauco: Sem dúvida.

Sócrates: Finalmente, ele poderá contemplar o sol, não o seu reflexo nas águas ou em outra superfície lisa, mas o próprio sol, no lugar do sol, o sol tal como é.

Glauco: Certamente.

Sócrates: Depois disso, poderá raciocinar a respeito do sol, concluir que é ele que produz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível, e que é, de algum modo a causa de tudo o que ele e seus companheiros viam na caverna.

Glauco: É indubitável que ele chegará a essa conclusão.

Sócrates: Nesse momento, se ele se lembrar de sua primeira morada, da ciência que ali se possuía e de seus antigos companheiros, não acha que ficaria feliz com a mudança e teria pena deles?

Glauco: Claro que sim.

Sócrates: Quanto às honras e louvores que eles se atribuíam mutuamente outrora, quanto às recompensas concedidas àquele que fosse dotado de uma visão mais aguda para discernir a passagem das sombras na parede e de uma memória mais fiel para se lembrar com exatidão daquelas que precedem certas outras ou que lhes sucedem, as que vêm juntas, e que, por isso mesmo, era o mais hábil para conjeturar a que viria depois, acha que nosso homem teria inveja dele, que as honras e a confiança assim adquiridas entre os companheiros lhe dariam inveja? Ele não pensaria antes, como o herói de Homero, que mais vale “viver como escravo de um lavrador” e suportar qualquer provação do que voltar à visão ilusória da caverna e viver como se vive lá?”

Para além de contemplar a gradualidade com que o ex-prisioneiro se habitua à verdade, esta passagem também nos apresenta a dualidade entre o conhecimento do mundo superior e o da caverna. Enquanto que na caverna todo o conhecimento se reduzia à observação passiva  da passagem das sombras na parede e à sua sequência, na superfície o ex-prisioneiro, agora potencialmente filosofo que busca incessantemente a verdade, procura as primeiras causas do mundo, o que o leva ao Sol, que representa essas primeiras causas.
 Ao apresentar o Sol também na sua dimensão física "produz as estações e os anos, que governa tudo no mundo visível", Platão demonstra, através de Sócrates, um exemplo da diferença entre o conhecimento verdadeiro e os falso: o discernimento dos astros e da sua sequência corresponde a este conhecimento falso, superficial, aquele que se possui na caverna; enquanto que o conhecimento filosófico dos astros, que contempla as verdadeiras implicações do Sol, dos astros, e que acima de tudo, é profundo, estuda o real.

 Portanto, conclui-se que A Alegoria da Caverna é um texto filosófico e metafórico em que Platão apresenta as suas reflexões sobre a ignorância, o conhecimento e a filosofia.

Pedro Justo- 10ºA
Gonçalo Rocha- 10ºA

          



Sobre este video:




Comentário ao Video : "Unsung Hero"


Este vídeo conta a história de um homem que tem ações bondosas, generosas, e altruístas.
Este homem ajuda todos aqueles com que se cruza no seu dia-a-dia, podendo, portanto, observar diariamente as consequências das suas ações generosas, simbolizadas pela planta.
Por um lado, através dos seus atos, melhora a sua comunidade, as vidas daqueles que a constituem e a sua relação com os outros.
Por outro, devido às suas ações, este experimenta a felicidade que advém dos afetos, da liberdade e da libertação dos outros.
Portanto, neste vídeo, o protagonista está decidido a trocar as suas posses materiais, embora possua poucas, por aquilo que não obteria de outra forma: a sua felicidade, e a dos outros; não o reconhecimento.
Concluindo, o objetivo deste vídeo é promover uma companhia de seguros, no entanto, este consegue também transmitir uma mensagem ética: a da importância da bondade, da generosidade e do altruísmo para a felicidade dos Homens.


Pedro Justo- 10ºA


O primeiro video fala-nos de um rapaz que por onde passa faz de tudo para ajudar e não pede nada em troca nem fica mais rico com isso.
O que ele recebe são os sorrisos e as emoções dos que ele ajuda .
O único propósito que ele tem é de mudar o mundo.

    João Cruz – 10° B


No video há um homem solidário e altruísta  que ao passar por um sitio onde a água estava a ser desperdiçada colocou lá um vaso com uma planta ; uma vendedora de gelados não conseguia subir o carrinho para o passeio e o rapaz ajudou-a ; ao almoço, apareceu-lhe um cão com fome e o senhor abdicou de comer para lher dar carne; quando viu uma senhora e a respectiva filha a pedir na rua a pedirem para a educação desta ele deu-lhe dinheiro ; dava comida anonimamente a uma idosa e voltava a fazer tudo de novo .
 Apesar de  fazer todas estas boas acções que muitas vezes não eram apoiadas por quem estava ao seu redor ele não recebia nada em troca a não ser sentimentos . A felicidade de ter feito com que uma criança iniciasse os estudos , a amizade  que recebia de quem ajudava e ver que as suas acções tinham consequências positivas: criar um mundo melhor! 

Inês Tavares- 10°B 


Comentário do vídeo 1

Este vídeo faz-nos refletir sobre a ajuda, os valores e a recompensa.
O vídeo mostra-nos um homem que embora não seja famoso nem tenha poderes sobrenaturais é um herói. É um herói porque ele ajuda tudo e todos que estejam em seu redor, dando tudo de si, sem esperar um retorno. No entanto ele recebe-o, mas a recompensa que recebe é maior do que qualquer bem material no mundo, são os sentimentos.
São esses afetos e sentimentos que fazem-no realmente feliz e tornam-no num verdadeiro herói porque ao dar tudo de si ao mundo, deixa-o um lugar melhor.
Desta forma, o vídeo sugere a ideia que também nós podemos ser heróis, bastando nos para isso os nossos valores e ações.
Enquanto que a maioria procura a fama, a riqueza e o poder, outros apenas procuram os verdadeiros sentimentos, e esses são, sem dúvida, os mais felizes.

Gonçalo Rocha - 10ºA


O primeiro vídeo é o exemplo perfeito de que existem pessoas bondosas no mundo, que apesar de não possuirem grande riqueza monetária, praticam boas ações, ajudando quem necessita, recebendo desta forma algo que o dinheiro não compra. Doando a quem necessita, o homem vive a sua vida mais feliz e pacificamente, sabendo que contribui para uma vida melhor, o que aumenta o seu bem-estar e o dos outros e, apesar de não ser reconhecido pela população, quem é ajudado reconhece-o,o que é suficiente.


João Peres - 10°A


Sobre este video:





Video 2:

Na minha opinião toda a gente deve doar, porque há pessoas que tem necessidades e que precisam de ajuda. No vídeo, o menino precisava de ajuda, pois a sua mãe estava doente e por isso o senhor dava-lhe alguns alimentos. Acho que todos devemos ajudar porque um dia vamos ser recompensados por isso. Um exemplo disso, foi a ajuda que o rapaz necessitado no passado deu à senhora, pagando a conta do hospital do seu pai.
Quem ajuda é recompensado de uma forma ou de outra.

Mariana Guedes Ferreira
10º A



 No vídeo 2, podemos ver que quando ajudamos as pessoas e acreditamos nas razões das suas acções, um dia seremos recompensados. A pessoa que é ajudada, normalmente, não se esquece de quem lhe estendeu a mão e tentou perceber o que se estava a passar.

 Neste caso, o menino queria ajudar a mãe mas não tinha posses,roubou medicamentos e foi apanhado pela dona do estabelecimento. O dono da mercearia da frente quiz saber o motivo e pagou-lhe os medicamentos, oferecendo-lhe, também uma sopa vegetariana para a sua mãe doente.

Trinta  anos mais tarde, o senhor teve problemas de saúde e, por alguma razão, voltou a encontrar-se com o tal menino, que agora tem estudos e é médico e este, pagou os tratamentos do senhor como um dia os de sua mãe foram pagos. 
Este vídeo é a prova que quando nos preocupamos com os outros e os ajudamos, um dia nós poderemos ser os necessitados e quem será ajudado como sinal de gratidão das pessoas." 
         
Juliana Madureira, 10°A







                                               Lola

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