Ética de Stuart Mill
Exercícios
Seleccione a alternativa
correcta ou as alternativas correctas quando for o caso.
1. O consequencialismo é uma perspectiva ética que:
a) Se baseia no
princípio da utilidade;
b) Defende que
as consequências da acção que realizamos são igualmente importantes para
avaliar a correcção de uma acção;
c) Defende que
uma acção é moralmente boa se as boas consequências superarem as más;
d) Afirma que
devemos fazer o que maximize as boas consequências de uma acção, ou seja,
devemos realizar a acção que tenha melhores consequências que a acção
alternativa.
2. Acerca do consequencialismo podemos dizer
que:
a) O consequencialismo é sinónimo de utilitarismo;
b) O consequencialismo é sinónimo de egoísmo;
c) Há várias formas de consequencialismo;
d) É uma perspectiva ética que coloca o cumprimento do dever das normas morais comuns acima de tudo.
3. Segundo a perspectiva
consequencialista,
a)Devemos agir de modo a que as nossas
acções produzam os melhores resultados possíveis;
b) Devemos agir de modo a que as nossas
acções produzam os melhores resultados possíveis para nós;
c) Devemos agir de modo a que as nossas
acções produzam os melhores resultados possíveis para todaa gente;
d) Devemos agir de modo a que as nossas
acções produzam os melhores resultados possíveis para ageneralidade das
pessoas por elas afectadas.
4. O utilitarismo é:
a) Um conjunto de normas morais;
b) Uma
teoria ética consequencialista;
c) Uma teoria ética que dá especial relevo
ao valor extrínseco das acções.;
d) Uma teoria ética que dá especial relevo
ao valor intrínseco das acções.
5. O egoísmo ético e o utilitarismo
distinguem se porque:
a) O egoísmo ético preocupa se com as
consequências positivas e negativas de uma acção; o utilitarismo com
asconsequências positivas de uma acção;
b) Diferenciam se a
respeito de quem deve beneficiar comas consequências
positivas de uma acção;
c) Um egoísta ético afirma que devemos agir em
vista donosso próprio bem enquanto um utilitarista defende quedevemos ter
em vista o bem de todos os que são afectados pelos nossos actos ou que sentirão os efeitos resultantesdo
que fazemos;
d)Defendem de modo diferente o bem comum.
6. Segundo o utilitarismo:
a) Temos o dever de dizer a verdade;
b) Não temos nunca o dever de dizer a verdade;
c)Temos o dever de dizer a verdade se
daí resultarem mais benefícios do que prejuízos;
d) Temos o dever de dizer a verdade
desde que desse acto resultem boas consequências.
7. Segundo o utilitarismo:
a) Devemos realizar as
acções que promovam omaior bem para o maior número de pessoasnossas amigas;
b) Devemos realizar as
acções que promovam o respeito pelo dever;
c) A correcção ou
incorrecção moral de um acto é,em geral,
relativa à situação ou às circunstâncias;
d) Há normas morais que não
admitem excepções.
8.A ética utilitarista é uma
teoria:
a) Teleológica;
b) Que considera que o certo
e o errado dependem do resultado visado por uma acção;
c) Que considera que há acções correctas
ou erradas em si mesmas;
d) Para a qual as
consequências das nossas acções são irrelevantes como critério da sua correcção
ou incorrecção moral.
9.A ética utilitarista é uma
teoria:
a) Hedonista porque entende
que o fim último dasactividades humanas é a felicidade;
b)Hedonista porque entende que o fim último
das actividades humanas é a felicidade
entendida como prazer ou ausência de dor e sofrimento;
c) Que considera que o prazer
é um meio paraatingir a perfeição moral;
d) Que valoriza as qualidades
que constituem ocarácter de uma pessoa.
10. Na perspectiva utilitarista uma acção que procura criar felicidade mas
produz mais infelicidade do que acções alternativas, é uma acção:
a) Moralmente correcta;
b) Moralmente incorrecta;
c) Moralmente permissível;
d) Uma acção boa em si mesma.
11.É completamente coerente
com a doutrina utilitarista defender a moralidade da escravatura.
Esta afirmação é:
a) Falsa porque segundo o utilitarismo a
escravaturaviola direitos humanos fundamentais;
b) Verdadeiro porque o sofrimento de uma
minoria temcomo contraponto o bem estar da
maioria.
c)Falsa porque a defesa da escravatura viola o
princípiode utilidade -a crença de que o bem
é a felicidade para o maior número possível de pessoas;
d)Verdadeira porque Mill era partidário da
escravatura.
12.O utilitarismo avalia a moralidade dos
actos baseado noseguinte princípio:
a ) Uma acção é moralmente correcta quando
ela temconsequências boas para o agente que
a realiza,independentemente do que ela possa trazer para asoutras
pessoas.
b)Uma acção é moralmente correcta quando
produz umbem maior para os outros, independentemente do bem oumal que ela possa
trazer para o agente que a realiza.
c)Uma acção é moralmente correcta quando com
ela setrata as outras pessoas também como fins em si mesmos
d)Uma acção moralmente correcta é a que
produz maior prazer (bem) e/ou menor sofrimento (mal) para
a maioria.
13.Segundo o utilitarismo,
mentir é sempre errado. Esta afirmação é:
a) Falsa porque a mentira é
má em algumascircunstâncias e boa em outras, dependendo das suas consequências;
b)Verdadeira porque se essa
regra existe háséculos deve ao ao facto
de ser útil e se é útil deve ser sempre
cumprida;
c)Falsa porque o
utilitarismo não dá a mínimaimportância às
regras e princípios morais;
d)Verdadeira porque há
deveres absolutos.
14. Para o utilitarismo, a
felicidade é o bemfundamental e identifica se com o prazer.
Acerca do prazer, Mill
afirma que:
a) Preferimos a experiência
de um prazer superior a qualquer quantidade de prazeres inferiores;
b) Preferimos os prazeres
mais intensos;
c) A diferença entre dois
prazeres é quantitativa;
d) A quantidade de prazer é o
único factor queconta na nossa felicidade e na felicidade geral.
15.O princípio utilitário o princípio
da maior felicidade,
a) Proíbe nos de prejudicar os outros em nome
da nossa própria felicidade;
b) Proíbe nos sempre de
prejudicar alguém em nome da felicidade
geral;
c)Proíbe nos que pensemos
na nossa felicidade quando se trata de avaliar
as eventuais consequências das nossas acções;
d)Permite que a preocupação com a
nossa felicidade seja tida em conta na avaliação das eventuais
consequências de uma acção mas proíbe que lhe dêmos mais importância do que
à felicidade dos outros.
16.
Segundo Stuart Mill:
a) A violação
das normas morais estabelecidas numa sociedade nunca é errada porque o que
importa é cumprir o princípio utilitário;
b) A violação
das normas morais estabelecidas sociedade é sempre errada sejam quais forem as
consequências;
c) A violação
das normas morais estabelecidas sociedade é numa umas vezes errada outras vezes
correcta dependendo das consequências;
d) A violação
das normas morais estabelecidas numa sociedade deve ser permitida em nome da
felicidade pessoal.
17. O utilitarismo é uma teoria ética que:
a) Rejeita
todas as regras morais convencionais e só aceita o princípio da utilidade;
b) Considera
que, em muitos casos, respeitar as regras morais convencionais é, em termos
globais, mais benéfico que prejudicial;
c) Defende que
não devemos seguir cegamente as normas morais estabelecidas;
d) Nas nossas
decisões devemos ser guiados pelo princípio de utilidade e não simplesmente
pelas regras morais convencionais como é costume fazer.
18. Segundo o utilitarismo,
a) Roubar é, em geral, errado;
b) Roubar é sempre errado;
c) Roubar a arma de um maníaco homicida é um acto
moralmente correcto;
d) Roubar é correcto desde que seja
benéfico para quem rouba.
19. Stuart Mill rejeita uma
estimativa quantitativa do prazer porque:
a) A felicidade é
incompatível com os prazeres inferiores como comida, bebida e sexo;
b) Os prazeres inferiores
são exclusivos dos animais não humanos;
c) Os seres humanos apesar
de terem experiência de prazeres inferiores tal como os outros animais são
capazes de outros prazeres que estão fora do alcance de outros seres
sencientes;
d) Só a diferença entre prazeres superiores e prazeres inferiores compreender
o carácter distintivo Da procura humana da felicidade.
20. Para um utilitarista a
moralidade consiste em:
a) Agradar a Deus cumprindo os seusmandamentos;
b) Cumprir regras abstractas;
c) Criar no mundo o melhor
estado de coisas possível através dos nossos actos;
d) Maximizar o bem não só para nós mas para
as pessoas do grupo sócio cultural a
que pertencemos.
21. O utilitarismo de Mill enfrenta, entre outras,
a seguinte objecção:
a)Maximiza a quantidade do prazer sem ter
emconta a qualidade dos prazeres que são maximizados.
b) Há acções que não têm consequências
c) Nem sempre a acção moralmente correcta é
a que produz o melhor estado de coisas.
d) Que a felicidade seja uma coisa desejável.
22. Segundo o utilitarismo de Mill roubar é errado:
a) Porque é um acto errado em si mesmo.
b) Porque torna infeliz a vítima.
c) Porque pode levar outras pessoas a imitar
o acto do ladrão.
d) Porque é um acto absolutamente proibido.
23. Segundo o utilitarismo de Mill roubar:
a) É um acto errado em si mesmo.
b) É a infracção de um dever absoluto.
c) É um acto que em alguns casos pode
ser justificado.
d) É um acto que nunca está de acordo com
o princípio de utilidade.
24. Segundo Mill, uma acção correcta é
a que conduz:
a) À felicidade ou bem estar de quem a
praticou.
b) À felicidade das pessoas
de quem o agente gosta.
c) À felicidade geral mas
não à do autor da acção.
d) À maior felicidade
possível para todos os envolvidos, incluindo o autor da acção.
Muito Obrigado, Luís Rodrigues!

