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domingo, 24 de março de 2019

Ética de Stuart Mill - exercícios




Ética de Stuart Mill
Exercícios

Seleccione a alternativa correcta ou as alternativas correctas quando  for  o  caso.


1. O consequencialismo é uma perspectiva ética que:
a)  Se baseia no princípio da utilidade;
b)  Defende que as consequências da acção que realizamos são igualmente importantes para avaliar a correcção de uma acção;
c) Defende que uma acção é moralmente boa se as boas consequências superarem as más;
d) Afirma que devemos fazer o que maximize as boas consequências de uma acção, ou seja, devemos realizar a acção que tenha melhores consequências que a acção alternativa.


2. Acerca do consequencialismo podemos dizer que:
a) O consequencialismo é sinónimo de utilitarismo;
b) O consequencialismo é sinónimo de egoísmo;
c) Há várias formas de consequencialismo;
d) É uma perspectiva ética que coloca o cumprimento do dever das normas morais comuns acima de tudo.


3. Segundo a perspectiva consequencialista,
a)Devemos agir de modo a que as nossas acções produzam os melhores resultados possíveis;
b) Devemos agir de modo a que as nossas acções produzam os melhores resultados possíveis para nós;
c) Devemos agir de modo a que as nossas acções produzam os melhores resultados possíveis para todaa gente;
d) Devemos agir de modo a que as nossas acções produzam os melhores resultados possíveis para ageneralidade das pessoas por elas afectadas.


4. O utilitarismo é:
a) Um conjunto de normas morais;
b) Uma teoria ética consequencialista;
c) Uma teoria ética que dá especial relevo ao valor extrínseco das acções.;
d) Uma teoria ética que dá especial relevo ao valor intrínseco das acções.


5. O egoísmo ético e o utilitarismo distinguem se porque:
a) O egoísmo ético preocupa se com as consequências positivas e negativas de uma acção; o utilitarismo com asconsequências positivas de uma acção;
b) Diferenciam se a respeito de quem deve beneficiar comas consequências positivas de uma acção;
c) Um egoísta ético afirma que devemos agir em vista donosso próprio bem enquanto um utilitarista defende quedevemos ter em vista o bem de todos os que são afectados pelos nossos actos ou que sentirão os efeitos resultantesdo que fazemos;
d)Defendem de modo diferente o bem comum.
           
6. Segundo o utilitarismo:
a) Temos o dever de dizer a verdade;
b) Não temos nunca o dever de dizer a verdade;
c)Temos o dever de dizer a verdade se daí resultarem mais benefícios do que prejuízos;
d) Temos o dever de dizer a verdade desde que desse acto resultem boas consequências.

7. Segundo o utilitarismo:
a) Devemos realizar as acções que promovam omaior bem para o maior número de pessoasnossas amigas;
b) Devemos realizar as acções que promovam o respeito pelo dever;
c) A correcção ou incorrecção moral de um acto é,em geral, relativa à situação ou às circunstâncias;
d) Há normas morais que não admitem excepções.

8.A ética utilitarista é uma teoria:
a) Teleológica;
b) Que considera que o certo e o errado dependem do resultado visado por uma acção;
c) Que considera que há  acções  correctas ou erradas em si mesmas;
d) Para a qual as consequências das nossas acções são irrelevantes como critério da sua correcção ou incorrecção moral.

9.A ética utilitarista é uma teoria:
a) Hedonista porque entende que o fim último dasactividades humanas é a felicidade;
b)Hedonista porque entende que o fim último das actividades humanas é a felicidade entendida como prazer ou ausência de dor e sofrimento;
c) Que considera que o prazer é um meio paraatingir a perfeição moral;
d) Que valoriza as qualidades que constituem ocarácter de uma pessoa.

10. Na perspectiva utilitarista uma acção que procura criar felicidade mas produz mais infelicidade do que acções alternativas, é uma acção:
a) Moralmente correcta;
b) Moralmente incorrecta;
c) Moralmente permissível;
d) Uma acção boa em si mesma.

11.É completamente coerente com a doutrina utilitarista defender a moralidade da escravatura.
Esta afirmação é:
a) Falsa porque segundo o utilitarismo a escravaturaviola direitos humanos fundamentais;
b) Verdadeiro porque o sofrimento de uma minoria temcomo contraponto o bem estar da maioria.
c)Falsa porque a defesa da escravatura viola o princípiode utilidade -a crença de que o bem é a felicidade para o maior número possível de pessoas;
d)Verdadeira porque Mill era partidário da escravatura.

12.O utilitarismo avalia a moralidade dos actos baseado noseguinte princípio:
a ) Uma acção é moralmente correcta quando ela temconsequências boas para o agente que a realiza,independentemente do que ela possa trazer para asoutras pessoas.
b)Uma acção é moralmente correcta quando produz umbem maior para os outros, independentemente do bem oumal que ela possa trazer para o agente que a realiza.
c)Uma acção é moralmente correcta quando com ela setrata as outras pessoas também como fins em si mesmos
d)Uma acção moralmente correcta é a que produz maior  prazer (bem) e/ou menor sofrimento (mal) para a maioria.

13.Segundo o utilitarismo, mentir é sempre errado. Esta afirmação é:
a) Falsa porque a mentira é má em algumascircunstâncias e boa em outras, dependendo das suas consequências;
b)Verdadeira porque se essa regra existe háséculos deve ao ao facto de ser útil e se é útil deve ser sempre cumprida;
c)Falsa porque o utilitarismo não dá a mínimaimportância às regras e princípios morais;
d)Verdadeira porque há deveres absolutos.

14. Para o utilitarismo, a felicidade é o bemfundamental e identifica se com o prazer.
Acerca do prazer, Mill afirma que:
a) Preferimos a experiência de um prazer superior a qualquer quantidade de prazeres inferiores;
b) Preferimos os prazeres mais intensos;
c) A diferença entre dois prazeres é quantitativa;
d) A quantidade de prazer é o único factor queconta na nossa felicidade e na felicidade geral.

15.O princípio utilitário o princípio da maior felicidade,
a) Proíbe nos de prejudicar os outros em nome da nossa própria felicidade;
b) Proíbe nos sempre de prejudicar alguém em nome da felicidade geral;
c)Proíbe nos que pensemos na nossa felicidade quando se trata de avaliar as eventuais consequências das nossas acções;
d)Permite que a preocupação com a nossa felicidade seja tida em conta na avaliação das eventuais consequências de uma acção mas proíbe que lhe dêmos mais importância do que à felicidade dos outros.

16. Segundo Stuart Mill:
a)  A violação das normas morais estabelecidas numa sociedade nunca é errada porque o que importa é cumprir o princípio utilitário;
b)  A violação das normas morais estabelecidas sociedade é sempre errada sejam quais forem as consequências;
c)  A violação das normas morais estabelecidas sociedade é numa umas vezes errada outras vezes correcta dependendo das consequências;
d)  A violação das normas morais estabelecidas numa sociedade deve ser permitida em nome da felicidade pessoal.
              
17. O utilitarismo é uma teoria ética que:
a)  Rejeita todas as regras morais convencionais e só aceita o princípio da utilidade;
b)  Considera que, em muitos casos, respeitar as regras morais convencionais é, em termos globais, mais benéfico que prejudicial;
c)  Defende que não devemos seguir cegamente as normas morais estabelecidas;
d)  Nas nossas decisões devemos ser guiados pelo princípio de utilidade e não simplesmente pelas regras morais convencionais como é costume fazer.

18. Segundo o utilitarismo,
a) Roubar é, em geral, errado;
b) Roubar é sempre errado;
c) Roubar a arma de um maníaco homicida é um acto moralmente correcto;
d) Roubar é correcto desde que seja benéfico para quem rouba.

19. Stuart Mill rejeita uma estimativa quantitativa do prazer porque:
a) A felicidade é incompatível com os prazeres inferiores como comida, bebida e sexo;
b) Os prazeres inferiores são exclusivos dos animais não humanos;
c) Os seres humanos apesar de terem experiência de prazeres inferiores tal como os outros animais são capazes de outros prazeres que estão fora do alcance de outros seres sencientes;
d) Só a diferença entre prazeres superiores e prazeres inferiores compreender o carácter distintivo Da procura humana da felicidade.


20. Para um utilitarista a moralidade consiste em:
a) Agradar a Deus cumprindo os seusmandamentos;
b) Cumprir regras abstractas;
c) Criar no mundo o melhor estado de coisas possível através dos nossos actos;
d) Maximizar o bem não só para nós mas para as pessoas do grupo sócio cultural a que pertencemos.

21. O utilitarismo de Mill enfrenta, entre outras, a seguinte objecção:
a)Maximiza a quantidade do prazer sem ter emconta a qualidade dos prazeres que são maximizados.
b) Há acções que não têm consequências
c) Nem sempre a acção moralmente correcta é a que produz o melhor estado de coisas.
d) Que a felicidade seja uma coisa desejável.

22. Segundo o utilitarismo de Mill roubar é errado:
a) Porque é um acto errado em si mesmo.
b) Porque torna infeliz a vítima.
c) Porque pode levar outras pessoas a imitar o acto do ladrão.
d) Porque é um acto absolutamente proibido.

23. Segundo o utilitarismo de Mill roubar:
a) É um acto errado em si mesmo.
b) É a infracção de um dever absoluto.
c) É um acto que em alguns casos pode ser  justificado.
d) É um acto que nunca está de acordo com o princípio de utilidade.

24. Segundo Mill, uma acção correcta é a que conduz:
a) À felicidade ou bem estar de quem a praticou.
b) À felicidade das pessoas de quem o agente gosta.
c) À felicidade geral mas não à do autor da acção.
d) À maior felicidade possível para todos os envolvidos, incluindo o autor da acção.



Muito Obrigado, Luís Rodrigues!


                                             Lola

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